Fórum dos Juízes PALOP e II Congresso Ibero-Americano de Cooperação Judicial Internacional

 

No próximo dia 19 de junho, o Tribunal da Relação de Coimbra acolhe o Fórum dos Juízes PALOP. Nesse mesmo dia, o TRC recebe o II Congresso Ibero-Americano de Cooperação Judicial Internacional, que se iniciará em Lisboa dias 17 e 18 de junho. 

 

 
 
 
 
 
 
 

34.º Curso de Formação para os Tribunais Judiciais e 5.º Curso para os Tribunais Administrativos e Fiscais
O Tribunal da Relação de Coimbra acolheu, dia 8 de julho de 2019, os  auditores de justiça do 34.º Curso de Formação de Magistrados para os Tribunais Judiciais e do 5.º Curso de Formação de Juízes para os Tribunais Administrativos e Fiscais, em cerimónia presidida pelo seu Presidente Luís Azevedo Mendes.
 
Serenatas com a lua por perto
No dia 10 de julho, às 17h 30mn, realizou-se no Palácio da Justiça o Concerto “Serenatas com a lua por perto”, no âmbito do Festival Sofia 2019.

II Encontro das Secções Sociais dos Tribunais da Relação
Realizou-se dia 5 de julho de 2019 no Tribunal da Relação de Coimbra o II Encontro das Secções Sociais dos Tribunais da Relação – Reforma do Sistema de Recursos na Jurisdição Laboral

Fórum dos Juízes PALOP e II Congresso Ibero-Americano de Cooperação Judicial Internacional
No passado dia 19 de junho, o Tribunal da Relação de Coimbra acolheu o Fórum dos Juízes PALOP. Nesse mesmo dia, o TRC recebeu o II Congresso Ibero-Americano de Cooperação Judicial Internacional, iniciado em Lisboa dias 17 e 18 de junho.
 
“Prisão: o lugar do outro”
“Prisão: o lugar do outro” foi objeto reflexão dia 15 de maio, no Salão Nobre do Tribunal da Relação de Coimbra, a partir das 15h00.
A abertura do evento esteve a cargo do Presidente do Tribunal da Relação de Coimbra, do Presidente do Conselho Regional da Ordem dos Advogados e do Presidente da Comissão Diocesana Justiça e Paz, e foi moderado pelo Professor Doutor João Loureiro.

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Encerramento das comemorações do centenário do Tribunal da Relação de Coimbra
Dia 8 de maio, dia em que o TRC completou 101 anos, no âmbito das comemorações do centenário findo e para seu encerramento, o Tribunal da Relação de Coimbra realizou uma sessão de trabalho descentralizada em Leiria, associando-se à celebração dos 60 anos do Palácio da Justiça de Leiria. 

 
 

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Presidente do Supremo na festa dos 60 anos do Palácio da Justiça de Leiria
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Uniformização de Jurisprudência
 

Graduação de créditos em insolvência: consumidor
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 4/2019 - Diário da República n.º 141/2019, Série I de 2019-07-25 - 
Na graduação de créditos em insolvência, apenas tem a qualidade de consumidor, para os efeitos do disposto no Acórdão n.º 4 de 2014 do Supremo Tribunal de Justiça, o promitente-comprador que destina o imóvel, objeto de traditio, a uso particular, ou seja, não o compra para revenda nem o afeta a uma atividade profissional ou lucrativa.

Recurso: processo contraordenacional
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 3/2019 - Diário da República n.º 124/2019, Série I de 2019-07-02 - «Em processo contraordenacional, no recurso da decisão proferida em 1.ª instância o recorrente pode suscitar questões que não tenha alegado na impugnação judicial da decisão da autoridade administrativa.».
 
Cômputo dos honorários para proteção jurídica
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 2/2019 - Diário da República n.º 95/2019, Série I de 2019-05-17- «Para efeitos do ponto 9 da tabela anexa à Portaria n.º 1386/2004, de 10 de novembro, em vigor por força do disposto no artigo 25.º, n.º 1, da Portaria n.º 10/2008, de 3 de janeiro, na redação dada pela Portaria n.º 654/2010, de 11 de agosto (e aqui republicada integralmente), o cômputo dos honorários para proteção jurídica terá por base o número de sessões diárias efetuadas para além de duas, considerando-se que o trabalho iniciado de manhã, interrompido para almoço e prosseguindo da parte da tarde do mesmo dia, constitui duas sessões autónomas para efeitos de compensação remuneratória.».
 
Interpretação de Convenção Coletiva de Trabalho
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 1/2019 - Diário da República n.º 55/2019, Série I de 2019-03-19 - I. Na interpretação das cláusulas de conteúdo regulativo das convenções coletivas de trabalho regem as normas atinentes à interpretação da lei, contidas no artigo 9.º do Código Civil, visto tais cláusulas serem dotadas de generalidade e abstração e serem suscetíveis de produzir efeitos na esfera jurídica de terceiros. II. Na fixação do sentido e alcance de uma norma, a par da apreensão literal do texto, intervêm elementos lógicos de ordem sistemática, histórica e teleológica. III. A cláusula 68.ª, alínea b), do Contrato Coletivo de Trabalho celebrado entre a «APHP - Associação Portuguesa de Hospitalização Privada» e a «FESAHT - Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal», publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 15, de 22 de Abril de 2010, na parte impugnada [categoria e nível a atribuir aos trabalhadores da categoria de empregada de enfermaria, bloco operatório, esterilização e auxiliar de hemodiálise que, à data da reclassificação, têm 8 ou mais anos de antiguidade na categoria] deve ser interpretada da seguinte forma: «Devem ser inseridos na categoria profissional de auxiliar de ação médica especialista, os trabalhadores oriundos da categoria de empregada de enfermaria, bloco operatório, esterilização e auxiliar de hemodiálise que à data de entrada em vigor do contrato coletivo de trabalho (CTT publicado no BTE n.º 15, de 22/04/10) reuniam o requisito referente à antiguidade».


Veja mais em Jurisprudência Fixada

Acórdãos do Tribunal Constitucional
 

Responsabilidade civil decorrente de acidente de viação - rendimento mensal do lesado 
Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 221/2019 - Diário da República n.º 91/2019, Série I de 2019-05-13 - Declara a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, por violação da reserva relativa de competência legislativa da Assembleia da República em matéria de direitos, liberdades e garantias prevista no artigo 165.º, n.º 1, alínea b), da Constituição, da norma constante no n.º 7 do artigo 64.º do Decreto-Lei n.º 291/2007, de 21 de agosto, na redação introduzida pelo Decreto-Lei n.º 153/2008, de 6 de agosto, segundo a qual, nas ações destinadas à efetivação da responsabilidade civil decorrente de acidente de viação, para efeitos de apuramento do rendimento mensal do lesado, no âmbito da determinação do montante da indemnização por danos patrimoniais a atribuir ao mesmo, o tribunal apenas pode valorar os rendimentos líquidos auferidos à data do acidente, que se encontrem fiscalmente comprovados, após cumprimento das obrigações declarativas legalmente fixadas para tal período.

Acórdãos do Tribunal da Relação de Coimbra

 

Direito Civil
Contrato promessa de compra e venda. Resolução. Incumprimento definitivo. Recusa de cumprimento. Declaração negocial. Reserva mental. Dolo ilícito. Dolo negativo. Anulação

Apelação nº 2839/15.3T8LRA.C1 - Não vale como não cumprimento de uma obrigação a mera intenção de não a cumprir, não manifestada ao credor. A intenção de não cumprir uma obrigação só adquirirá relevância, para efeitos de não cumprimento do contrato, se o devedor exteriorizar essa intenção mediante uma declaração expressa e categórica dirigida ao credor no sentido de que não cumprirá a obrigação ou mediante a prática de factos que revelem com toda a probabilidade que não irá cumprir a obrigação. Agiram como dolo ilícito os promitentes vendedores que esconderam intencionalmente à promitente compradora que já haviam prometido vender 3 dos 4 prédios que lhe estavam a prometer vender, pois foi graças à dissimulação dos negócios que pendiam sobre os prédios que os promitentes vendedores conseguiram obter, da promitente compradora, a promessa de compra deles.

Processo Civil
Regime do maior acompanhado. Aplicação da lei no tempo. Audição do beneficiário
Apelação nº 577/18.4T8CTB.C1 - O Regime do maior acompanhado, introduzido pela Lei nº 49/2018 de 14 de Agosto, é de aplicação imediata aos processos pendentes, quer no que respeita ao regime processual quer quanto ao regime substantivo nele contido. A sentença a proferir após a entrada em vigor da nova lei deverá respeitar os novos moldes previstos no Regime do maior acompanhado.

Direito Penal
Licença de saída jurisdicional. Pressupostos

Recurso criminal nº 398/169TXCBR-G.C1 - A licença de saída jurisdicional é uma medida individual de reinserção social exequível em fase de execução da pena de prisão, que visa a manutenção e promoção de laços familiares e sociais e a preparação do recluso para a vida em liberdade. Embora não fazendo caso julgado a ter em conta em decisões futuras, a não concessão de uma segunda licença de saída jurisdicional impõe a verificação de uma alteração superveniente das circunstâncias em que se baseou a anterior decisão, com a qual, aliás, o Ministério Público concordou. 

Processo Penal
Pena de prisão subsidiária. Declaração de contumácia

Recurso criminal nº 50/19.3TXCBR-A.C1- Estando em causa a prisão substitutiva da multa a cujo cumprimento o arguido se tem eximido, salvaguardado que fica o regime substantivo previsto no artigo 49.º do CP, constituindo o escopo ou finalidade da contumácia a salvaguarda do curso normal do processo até ao seu termo, não faria sentido que não pudesse ser declarada no caso. Não sendo afastado pela letra da lei, que não distingue, e sendo aquele que melhor se adequa ao escopo ou teleologia da contumácia, adota-se o entendimento de que o Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade não consente, para efeitos de contumácia, a diferenciação entre prisão principal ou prisão subsidiária.

 

Direito do Trabalho
Convenção coletiva de trabalho. Caducidade. Efeitos

Apelação nº 1033/18.6T8FIG.C1 - A circunstância de se dar como não provado determinado facto significa apenas que a parte sobre quem recaía o correspondente ónus da prova não logrou satisfazê-lo, tudo se passando como se tal facto não tivesse sido alegado; daí não resulta, necessariamente, que se tenha feito prova do facto contrário àquele que não logrou provar-se. A convenção coletiva de trabalho, embora caducada, continua a produzir efeitos no que respeita a retribuição enquanto não for substituída por outra convenção ou decisão arbitral. Por regra, as diuturnidades previstas num CCT são devidas mesmo nos casos em que a retribuição de base auferida pelo trabalhador seja superior à retribuição mínima prevista nesse CCT para a respetiva categoria profissional.


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Bases Jurídico-Documentais

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